O Tribulus terrestris é uma erva prostrada da família Zygophyllaceae, a mesma linhagem das plantas de deserto reunidas nos gêneros Zygophyllum e Larrea, e talvez seja mais conhecida pelo que ela deixa no chão do que pela própria folhagem. Os frutos lenhosos, armados de espinhos rígidos que apontam para cima quando o mericarpo cai de lado, deram à espécie a fama internacional de planta que fura pneus de bicicleta e machuca patas de animais. No Brasil ela é chamada de abrolhos, espinho-de-cabra ou malícia-de-cabra, nomes que descrevem exatamente essa característica.
A espécie é nativa do Velho Mundo, com centro de distribuição na bacia do Mediterrâneo e ampla ocorrência natural na África, no Oriente Médio, na Ásia central, no subcontinente indiano e na China. A partir do século XIX ela viajou com grãos, forragem, lã e maquinário agrícola e se estabeleceu em praticamente todas as regiões quentes e secas do planeta, ao ponto de figurar em listas oficiais de plantas nocivas nos Estados Unidos, na Austrália e na África do Sul. Poucas herbáceas conseguem essa combinação de dispersão passiva eficiente, tolerância à seca extrema e banco de sementes longevo.
O paradoxo da planta é que, enquanto alguns países gastam recursos públicos para reduzir suas populações, outros a cultivam em escala comercial como matéria-prima para a indústria de extratos vegetais, principalmente na Bulgária, na Índia e na China. Este perfil reúne a classificação confirmada no IPNI e no Plants of the World Online, a morfologia segundo tratamentos florísticos primários, a distribuição documentada, o comportamento agronômico, a fenologia, a composição química em termos descritivos, o registro histórico e a situação de conservação da espécie.
No Brasil, Tribulus terrestris é chamada de abrolhos, nome que remete aos frutos espinhosos deixados no chão.

Taxonomia
O binômio Tribulus terrestris foi publicado por Carl von Linné em Species Plantarum, volume 1, página 387, em 1753, e continua sendo o nome aceito no Plants of the World Online, do Royal Botanic Gardens Kew, sob o identificador IPNI 873489-1. Existe um homônimo posterior, Tribulus terrestris Muhl., publicado no Catalogus Plantarum Americae Septentrionalis em 1813, que não tem validade nomenclatural por ser posterior ao nome de Linné e aparece no IPNI apenas como registro histórico.
- Reino: Plantae
- Divisão: Tracheophyta
- Classe: Magnoliopsida
- Ordem: Zygophyllales
- Família: Zygophyllaceae R.Br.
- Subfamília: Tribuloideae
- Gênero: Tribulus L., 1753
- Espécie: Tribulus terrestris L., 1753
A sinonímia da espécie é moderada e reflete sobretudo tentativas antigas de separar populações pubescentes ou de frutos maiores como táxons independentes. Entre os nomes hoje tratados como sinônimos estão Tribulus lanuginosus L., Tribulus orientalis A.Kern., Tribulus terrestris var. lanuginosus (L.) Chiov. e Tribulus terrestris var. orientalis (A.Kern.) Beck. Parte da literatura regional ainda reconhece variedades infraespecíficas, como T. terrestris var. bicornutus (Fisch. & C.A.Mey.) Hadidi, descrita na Flora Iranica, e T. terrestris var. rajasthanensis, do deserto de Thar, cuja aceitação varia conforme o tratamento adotado.
A etimologia do binômio é literal. O epíteto genérico vem do latim tribulus, que por sua vez deriva do grego tribolos, nome de um artefato militar de pontas metálicas espalhado no terreno para deter cavalaria e infantaria, e que os romanos apelidaram justamente pela semelhança com os frutos desta planta. O epíteto específico terrestris significa da terra, em referência ao hábito rasteiro, com os ramos correndo colados ao solo em vez de se erguerem.
Descrição Morfológica
Trata-se de uma erva anual em climas com inverno frio e de ciclo mais longo, às vezes perene de vida curta, onde não ocorrem geadas. A planta ramifica desde a base e forma esteiras radiais que se abrem sobre o solo, com diâmetro que vai de vinte centímetros a mais de um metro em condições favoráveis, mas com altura que raramente ultrapassa dez centímetros. Toda a parte aérea é coberta por pelos sedosos esbranquiçados, mais densos nos brotos jovens, o que dá à folhagem um tom verde-acinzentado característico e ajuda a reduzir a perda de água.
Folhas
As folhas são opostas e compostas paripinadas, com três a sete pares de folíolos e sem folíolo terminal, medindo de dois a seis centímetros de comprimento. Em cada nó um dos membros do par costuma ser visivelmente menor que o outro, uma assimetria comum no gênero. Os folíolos são oblongos a elípticos, de quatro a onze milímetros de comprimento por dois a quatro milímetros de largura, com margem inteira, ápice agudo ou mucronado e ambas as faces cobertas por pelos seríceos. As estípulas são persistentes, lanceoladas e pequenas, o que ajuda a distinguir a espécie de plantas rasteiras superficialmente parecidas.
Flores
As flores nascem solitárias nas axilas das folhas, sobre pedicelos curtos, e são actinomorfas e pentâmeras. As cinco sépalas são lanceoladas e persistentes, enquanto as cinco pétalas são obovadas, amarelas, de quatro a dez milímetros, e caem poucas horas depois da antese. O androceu tem dez estames dispostos em dois verticilos, com um disco nectarífero na base, e o ovário é súpero, séssil, hirsuto e dividido em cinco lóculos, encimado por estigma curto e lobado. A abertura floral acontece pela manhã e as flores se fecham ainda antes do meio do dia em tempo quente, de modo que a floração passa despercebida para quem observa a planta à tarde.
Frutos e Sementes
O fruto é a estrutura diagnóstica do gênero e a razão de todos os nomes populares. Trata-se de um esquizocarpo lenhoso, deprimido-globoso, de sete a quinze milímetros de diâmetro sem contar os espinhos, que na maturação se separa em cinco mericarpos cuneiformes. Cada mericarpo carrega um par de espinhos dorsais divergentes de três a sete milímetros, podendo chegar a doze milímetros em algumas populações, geralmente acompanhado de um par ventral menor, além de tubérculos e cerdas curtas na superfície. Dentro de cada mericarpo há de uma a quatro sementes separadas por septos transversais, o que faz um único fruto reunir até vinte sementes. Como os mericarpos pousam quase sempre com um espinho voltado para cima, a estrutura funciona como um pequeno abrolho e adere com facilidade a pelos, cascos, solas e pneus.
Raiz e Caule
O sistema radicular é pivotante, com raiz principal fina que aprofunda mais de um metro em solos soltos e arenosos, acompanhada de raízes laterais superficiais que aproveitam chuvas rápidas. Essa arquitetura dupla explica a tolerância da planta a veranicos longos. Os caules são cilíndricos a levemente angulosos, verdes quando jovens e frequentemente avermelhados com a exposição solar, herbáceos e sublenhosos apenas na base, medindo de dez centímetros a cerca de um metro de comprimento.
Distribuição e Habitat dos Abrolhos
A área nativa da espécie cobre a região mediterrânea em sentido amplo, incluindo o sul da Europa, o norte da África, o Oriente Médio, a Ásia central, o subcontinente indiano, a China e boa parte da África tropical e austral. A partir dessa base, o abrolhos se naturalizou nas Américas, na Austrália, na Nova Zelândia e em ilhas oceânicas como as do arquipélago havaiano, sempre associado a rotas de comércio agrícola. No Brasil a planta não é nativa e figura como espécie introduzida e naturalizada, com registros concentrados em áreas perturbadas do semiárido nordestino e do Sul do país.
O habitat típico reúne solos arenosos ou pedregosos, secos, bem drenados e pobres em matéria orgânica, com pH neutro a alcalino e tolerância a salinidade moderada. Beiras de estrada, pátios de terra batida, pastagens degradadas, dunas fixadas, terrenos baldios e bordas de lavouras irrigadas são os ambientes onde a espécie prospera, quase sempre em pleno sol e em áreas onde a vegetação original foi removida. A ocorrência vai do nível do mar a cerca de 2.500 metros de altitude em latitudes baixas, e o fator limitante mais claro é a geada, que elimina as plantas em atividade.
O status de invasora está documentado em vários países. Nos Estados Unidos a espécie é regulada como erva nociva em diversos estados do oeste e do sudoeste, na Austrália do Sul ela é planta declarada, com restrições de transporte e venda e obrigação de controle imposta a proprietários rurais, e na África do Sul e na Argentina a presença em pastagens é tratada como problema zootécnico. O compêndio de espécies invasoras do CABI mantém ficha específica sobre a espécie, com histórico de introdução por região.
Cultivo
A propagação é feita exclusivamente por sementes, já que a planta não emite raízes adventícias em ramos rastejantes nem se presta a estaquia. A germinação é irregular por causa da dormência física do endocarpo lenhoso, e lotes armazenados por mais de uma estação respondem melhor quando os mericarpos passam por escarificação mecânica leve. A semeadura é rasa, com cobertura de um a dois centímetros de solo, e a emergência ocorre em prazo que vai de uma a três semanas com temperatura do solo entre 25 e 30 graus Celsius.
As exigências de campo são modestas e quase todas ligadas à luz e à drenagem. Sol pleno é obrigatório, sombreamento reduz drasticamente a frutificação, e solos encharcados ou compactados favorecem podridão de raiz. A irrigação só se justifica em estiagem severa durante o estabelecimento, e adubação nitrogenada pesada estimula folhagem sem ganho proporcional de frutos. O cultivo comercial ocorre sobretudo em regiões semiáridas da Bulgária, da Índia e da China, com espaçamento adensado para formar cobertura contínua do solo.
Entre os inimigos naturais, os mais citados são os gorgulhos Microlarinus lareynii, cujas larvas se desenvolvem dentro dos frutos e destroem sementes, e Microlarinus lypriformis, que minam caules e coroa radicular. Ambos foram introduzidos deliberadamente em programas de controle biológico e, em plantios comerciais, passam a ser praga. Pulgões e ácaros aparecem em períodos secos, e manchas foliares fúngicas surgem em ambientes úmidos demais para a espécie. A colheita é feita com a planta inteira quando a maior parte dos frutos escurece, seguida de secagem até a matéria-prima ficar quebradiça. Vale lembrar que em jurisdições onde a planta é declarada nociva o cultivo pode ser proibido por lei, e a verificação da legislação local precede qualquer plantio.
Fenologia
Em regiões temperadas a floração vai da primavera ao início do outono, enquanto em climas quentes com chuvas distribuídas a planta floresce e frutifica de forma quase contínua. A antese é matinal e cada flor dura poucas horas, o que concentra a atividade de visitantes florais no início do dia. Abelhas pequenas, moscas e outros insetos generalistas visitam as flores em busca de néctar produzido pelo disco basal, mas a espécie é largamente autógama, e o contato entre anteras e estigma dentro do botão garante a formação de frutos mesmo na ausência total de polinizadores. Essa autonomia reprodutiva é um dos fatores que explicam a colonização de áreas onde a planta chega isolada, com poucos indivíduos.
Os frutos amadurecem cerca de quatro a seis semanas depois da polinização e passam do verde ao castanho-escuro antes de se desarticular em mericarpos. A dispersão é predominantemente epizoocórica e antropocórica, com os mericarpos presos a pelos, lã, cascos, calçados, pneus e implementos agrícolas, mas enxurradas também carregam frutos por longas distâncias em terrenos áridos. As sementes apresentam dormência escalonada dentro do mesmo fruto, germinando em ondas sucessivas ao longo de vários anos, o que forma bancos de sementes persistentes no solo e torna qualquer programa de erradicação um trabalho de médio prazo.
Espécies Relacionadas e Confusões
O gênero Tribulus reúne um número de espécies que varia conforme o tratamento adotado, entre cerca de doze e vinte e cinco, quase todas restritas a regiões áridas e semiáridas do Velho Mundo. A confusão mais frequente em campo se dá com Tribulus cistoides L., espécie pantropical e perene, comum em faixas litorâneas e ilhas oceânicas, que se distingue por flores muito maiores, de dois a quatro centímetros de diâmetro, hábito mais robusto e mericarpos proporcionalmente maiores. Outras espécies do gênero são separadas por características do fruto, como Tribulus alatus Delile, do norte da África, cujos mericarpos apresentam expansões aladas em vez de espinhos rígidos, e Tribulus zeyheri Sond., sul-africana e de flores grandes.
Nas Américas, a confusão mais importante ocorre com espécies do gênero Kallstroemia, que ocupam o mesmo tipo de habitat e repetem o padrão de folhas paripinadas opostas e flores amarelas solitárias. O caráter decisivo está no fruto. Em Kallstroemia o esquizocarpo se divide em cerca de dez nucículas apenas tuberculadas, sem espinhos rígidos, e apresenta um bico central alongado que persiste após a queda das partes. Em Tribulus as unidades são cinco, lenhosas, de secção triangular e sempre armadas de espinhos pareados. Como o material seco e moído comercializado a granel não conserva esses caracteres, a distinção entre espécies em matéria-prima processada depende de análise laboratorial e de rastreabilidade documental, não de exame visual.
Fitoquímica
O perfil químico da espécie é dominado por saponinas esteroidais, presentes nos dois grandes tipos estruturais. Entre as furostanólicas, a protodioscina é a mais citada, acompanhada de pseudoprotodioscina e prototribestina, enquanto entre as espirostanólicas aparecem tribulosina, dioscina e as terrestrosinas. A hidrólise dessas moléculas libera agliconas esteroidais como diosgenina, gitogenina, hecogenina e ruscogenina, compostos de interesse para a química fina por servirem de matéria-prima em sínteses industriais.
A distribuição desses constituintes na planta não é homogênea. As partes aéreas e os frutos concentram as saponinas em teores mais altos que as raízes, e levantamentos comparativos registram variação acentuada entre procedências geográficas, com populações do sudeste europeu apresentando perfis diferentes das populações do sul da Ásia e do leste asiático. Fatores como estágio fenológico da colheita, altitude e regime hídrico também alteram os teores medidos.
Além das saponinas, a espécie acumula alcaloides beta-carbolínicos, sobretudo harmano e norharmano, mais concentrados em sementes e raízes. O grupo dos flavonoides inclui kaempferol, quercetina, rutina e astragalina, além de vários derivados glicosídicos. Completam a composição ácidos fenólicos como o cafeico e o clorogênico, fitosteróis, taninos em baixa proporção e um óleo fixo presente nas sementes.
História e Etnobotânica
O registro escrito da planta é antigo e acompanha as civilizações do Mediterrâneo. Dioscórides descreveu uma erva rasteira de frutos espinhosos sob o nome grego tribolos no De Materia Medica, no século I, e autores romanos repetiram a descrição associando a planta ao artefato militar de mesmo nome. Na farmacopeia tradicional chinesa, o fruto seco figura sob o nome bai ji li em compilações antigas como o Shennong Bencao Jing, e na tradição indiana o nome gokshura aparece em compêndios clássicos atribuídos a Charaka e Sushruta. Esses registros interessam à história cultural da espécie e não descrevem prática atual.
A trajetória moderna da planta é econômica antes de ser botânica. Ao longo da segunda metade do século XX, grupos de pesquisa do leste europeu passaram a caracterizar extratos padronizados da espécie, e a Bulgária consolidou-se como origem comercial de referência no mercado internacional de matérias-primas vegetais. A partir dos anos 1990, a Índia e a China ampliaram a produção, e o abrolhos passou a circular globalmente como commodity botânica processada, situação que persiste.
Do lado da segurança, existe um ponto documentado que não se restringe ao passado. As saponinas esteroidais da planta estão implicadas em quadros de fotossensibilização hepatógena em ovinos e caprinos que pastejam grandes quantidades da espécie, doença conhecida na África do Sul como geeldikkop e também descrita como tribulose ovina, com surtos registrados na Austrália, nos Estados Unidos e na Argentina. Os animais afetados apresentam icterícia, lesões de pele em regiões despigmentadas e alterações hepáticas com obstrução de ductos biliares. Os frutos lenhosos, por sua vez, causam ferimentos mecânicos: eles se alojam entre os coxins de cães e nos cascos de animais de pastoreio e podem provocar infecções secundárias. Para cães e gatos não existe avaliação toxicológica consolidada de ingestão, e o dano documentado nesses animais é o mecânico.
Conservação
A espécie consta na Lista Vermelha da IUCN na categoria Menos Preocupante, resultado esperado para uma planta de área de ocorrência enorme, populações abundantes e nenhuma dependência de habitat especializado. Ela não figura em nenhum dos apêndices da CITES e não é objeto de restrição de comércio por motivo de conservação.
O desafio de manejo associado ao Tribulus terrestris é o inverso do problema clássico de conservação. Em vez de proteção, o que existe são programas de contenção, e o mais conhecido deles começou em 1961, quando os gorgulhos Microlarinus lareynii e Microlarinus lypriformis foram trazidos da Itália e liberados na Califórnia. Nos anos seguintes as liberações se estenderam a outros estados do oeste americano e ao Havaí, com redução mensurável na produção de flores e frutos, sobretudo em áreas sem irrigação. Onde a espécie é nativa, ela cumpre papel ecológico como cobertura pioneira de solos degradados e fonte de néctar para insetos generalistas em ambientes áridos.
Curiosidades
- O nome científico veio da arma, não o contrário. O tribulus romano era um objeto de quatro pontas dispostas de modo que uma sempre ficasse voltada para cima, exatamente como o mericarpo da planta se apoia no chão.
- O nome popular inglês puncture vine nasceu da era da bicicleta. Os espinhos atravessam pneus de câmara comum, e clubes de ciclismo em regiões áridas dos Estados Unidos mantêm mutirões anuais de arranquio da planta.
- Quem observa a planta depois do almoço dificilmente vê uma flor aberta, porque a antese é matinal e curta, o que faz muita gente identificar a espécie apenas pelos frutos.
- As sementes de um mesmo fruto não germinam juntas. A dormência escalonada distribui a emergência por vários anos e é a razão pela qual áreas aparentemente limpas voltam a ter plantas depois de uma estação chuvosa.
- A mesma espécie é erva nociva regulada por lei em um continente e cultura agrícola de exportação em outro, com sementes vendidas legalmente em um país e transporte proibido em outro.
Aviso: este conteúdo é informativo e não substitui orientação de profissional de saúde. Consulte um médico ou fitoterapeuta antes de usar plantas medicinais, especialmente na gravidez, na lactação ou em uso de medicamentos.
Referências e Estudos Científicos
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Estudos Científicos Peer-Reviewed (1)
- PMC1991 Kellerman, T. S., Erasmus, G. L., Coetzer, J. A. W., Brown, J. M. M., Maartens, B. P. Photosensitivity in South Africa. VI. The experimental induction of geeldikkop in sheep with crude steroidal saponins from Tribulus terrestris. Onderstepoort Journal of Veterinary Research, 58(1), 47-53. 1991. ↗
Fontes Institucionais (2)
- GOV University of California Statewide IPM Program. Puncturevine, Tribulus terrestris. ↗
- GOV New Mexico State University Cooperative Extension Service. History and Use of Puncturevine Weevils for Biological Control, guia H-187. ↗
Leituras Complementares (8)
- Plants of the World Online. Tribulus terrestris L. Royal Botanic Gardens, Kew. ↗
- International Plant Names Index. Tribulus terrestris L., Sp. Pl. 1: 387 (1753), registro 873489-1. ↗
- Linnaeus, C. Species Plantarum, vol. 1, p. 387. Estocolmo. 1753. ↗
- World Flora Online. Tribulus terrestris L., com tratamento morfológico da Flora of North America. ↗
- Ribeiro, R. S. Zygophyllaceae R.Br. In: Monografias da Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. ↗
- IUCN Red List of Threatened Species. Tribulus terrestris, avaliação 203497. ↗
- CABI Compendium. Tribulus terrestris (puncture vine), ficha 54447. CAB International. ↗
- California Invasive Plant Council. Tribulus terrestris Plant Assessment Form. ↗
