Aloe vera (Babosa): Perfil Botânico Completo

17 Min de Leitura
9 Referências
Publicado em Atualizado em

A Aloe vera é uma suculenta perene da família Asphodelaceae que forma rosetas compactas de folhas espessas, rígidas e dentadas nas margens, quase sempre sem caule aparente. A espécie tem origem na Península Arábica e hoje é encontrada cultivada ou naturalizada em praticamente toda a faixa tropical e subtropical do planeta, o que fez dela uma das plantas de silhueta mais reconhecível e, ao mesmo tempo, mais confundida do mundo.

Aloe vera, suculenta perene das Asphodelaceae que forma rosetas compactas de folhas espessas e dentadas nas margens, quase sem caule aparente.
Suculenta perene das Asphodelaceae que forma rosetas compactas de folhas espessas e dentadas nas margens, quase sem caule aparente.

O gênero Aloe reúne cerca de 600 espécies concentradas na África continental, em Madagascar, na Península Arábica e nas ilhas do oceano Índico. Dentro desse conjunto amplo, a Aloe vera ocupa uma posição curiosa. É a espécie mais difundida em cultivo no mundo inteiro e, ao mesmo tempo, aquela cujas populações genuinamente silvestres são as mais difíceis de delimitar, porque séculos de transporte humano embaralharam a área natural com a área cultivada a ponto de tornar as duas quase indistinguíveis no campo.

Este perfil trata exclusivamente da botânica da espécie: nomenclatura e sinonímia, morfologia comparada, distribuição, exigências de cultivo, fenologia, composição química descritiva, registro histórico e situação de conservação.

Para os usos tradicionais, propriedades e formas de preparo desta planta, veja o artigo Babosa (Aloe vera): Propriedades e Benefícios.

Taxonomia

A classificação abaixo segue o sistema APG IV e o tratamento aceito pelo Royal Botanic Gardens, Kew.

  • Reino: Plantae
  • Clado: Angiospermas
  • Clado: Monocotiledôneas
  • Ordem: Asparagales
  • Família: Asphodelaceae
  • Subfamília: Asphodeloideae
  • Gênero: Aloe L., 1753
  • Espécie: Aloe vera (L.) Burm.f., 1768

O binômio aceito foi publicado por Nicolaas Laurens Burman na Flora Indica, em 1768. O basiônimo é Aloe perfoliata var. vera L., estabelecido por Lineu na primeira edição do Species Plantarum, de 1753, e o registro correspondente no International Plant Names Index recebe o identificador 530017-1. A circunscrição familiar mudou várias vezes ao longo do século XX: o gênero Aloe já foi alocado em Liliaceae, depois em Aloeaceae e mais tarde em Xanthorrhoeaceae, antes de a delimitação atual consolidar Asphodelaceae como nome correto da família.

A sinonímia acumulada é extensa, reflexo de uma espécie descrita repetidas vezes a partir de material cultivado em regiões diferentes. Os nomes abaixo são hoje tratados como sinônimos heterotípicos ou homotípicos do nome aceito.

  • Aloe barbadensis Mill.
  • Aloe chinensis (Haw.) Baker
  • Aloe elongata Murray
  • Aloe flava Pers.
  • Aloe indica Royle
  • Aloe lanzae Tod.
  • Aloe perfoliata var. barbadensis (Mill.) Aiton
  • Aloe perfoliata var. vera L.
  • Aloe rubescens DC.
  • Aloe vulgaris Lam.

Entre esses, Aloe barbadensis Mill. merece nota à parte por continuar circulando em rótulos comerciais e em literatura técnica antiga, muitas vezes como se fosse espécie distinta. O epíteto barbadensis remete a Barbados, ilha onde a planta era cultivada em escala no século XVIII, e não a qualquer origem caribenha da espécie.

Quanto à etimologia, o nome genérico Aloe deriva provavelmente do árabe alloeh ou do hebraico ahal, ambos associados a uma substância amarga. O epíteto vera significa verdadeira em latim e foi aplicado para separar esta planta das demais aloes que abasteciam o comércio de drogas vegetais na Europa.

Descrição Morfológica

Trata-se de uma erva suculenta perene, acaule ou de caule muito curto, que organiza as folhas em roseta basal densa e levemente espiralada. Plantas adultas alcançam de 60 a 100 centímetros de altura, e a emissão contínua de brotos laterais faz com que um único indivíduo forme, com o tempo, touceiras compactas de vários ramets clonais.

Folhas

As folhas são linear-lanceoladas, muito espessas e progressivamente afiladas até a ponta. Medem de 30 a 60 centímetros de comprimento em exemplares maduros, com 6 a 10 centímetros de largura na base e 2 a 3 centímetros de espessura na porção basal. A coloração varia do verde-claro ao verde-glauco, escurecendo ou avermelhando sob insolação intensa e déficit hídrico. As margens portam dentes brancos, rígidos e cartilaginosos, espaçados a cada 1 ou 2 centímetros. Plantas jovens costumam exibir máculas brancas alongadas na superfície foliar, marcas que desaparecem à medida que o indivíduo amadurece.

Em corte transversal, a folha revela três zonas anatômicas bem distintas. A epiderme externa é cutinizada e fotossintética, com estômatos afundados. Logo abaixo dela ocorre uma camada de células pericíclicas alongadas, associadas aos feixes vasculares, que produz um exsudato amarelo rico em antraquinonas. O centro é ocupado por um parênquima aquífero volumoso, de células grandes e paredes finas, cuja mucilagem incolor constitui a maior parte da massa foliar.

Flores

A inflorescência é um racemo terminal denso, sustentado por um escapo que emerge do centro da roseta e atinge de 60 a 120 centímetros, ocasionalmente ramificado na porção superior. As flores são tubulares e pendentes, com 2,5 a 3,5 centímetros de comprimento, e variam do amarelo-claro ao alaranjado. O perianto é formado por seis tépalas parcialmente fundidas, e há seis estames cujos filetes se projetam ligeiramente além do tubo floral na antese. O ovário é súpero e tricarpelar. A polinização depende de insetos e de aves nectarívoras, papel exercido por nectarínidas na área de origem e por beija-flores em boa parte das regiões americanas onde a planta foi introduzida.

Frutos e Sementes

O fruto é uma cápsula seca, loculicida e trilocular, que se abre em três valvas na maturação e libera numerosas sementes pequenas, angulosas e de tegumento escuro, frequentemente com margem alada estreita. A frutificação é rara em cultivo. Os clones comerciais mais difundidos apresentam baixa fertilidade e, além disso, a multiplicação vegetativa é tão eficiente que a via sexuada raramente é acionada em lavouras ou em jardins domésticos.

Raiz e Caule

O caule é reduzido a uma base curta e lenhificada, muitas vezes invisível sob a bainha das folhas inferiores. O sistema radicular é fasciculado e nitidamente superficial, com a maior parte das raízes concentrada nos primeiros 20 a 30 centímetros do solo. Essa arquitetura é típica de plantas adaptadas a regimes de chuva escassa e irregular, permitindo aproveitar precipitações leves antes que a água se perca por evaporação. Em contrapartida, encharcamento prolongado leva rapidamente ao apodrecimento das raízes e da base foliar.

Distribuição e Habitat

A distribuição nativa da espécie está circunscrita à Península Arábica, com registros na região de Omã e do Iêmen, incluindo o arquipélago de Socotra. Fora dessa área, o que existe são populações introduzidas, cultivadas ou naturalizadas, hoje presentes na bacia do Mediterrâneo, na Macaronésia, no norte da África, no Caribe, na América Central, em boa parte da América do Sul tropical, na Índia, no Sudeste Asiático e na Austrália. No Brasil, a planta se estabeleceu em quintais e em áreas perturbadas de todo o território, com concentração maior nas regiões semiáridas do Nordeste.

O habitat típico corresponde a encostas rochosas e planícies arenosas de clima árido a semiárido, sobre solos pedregosos ou francamente arenosos, sempre bem drenados. A amplitude altitudinal vai do nível do mar a cerca de 1.500 metros. A espécie tolera salinidade moderada, o que explica sua presença frequente em faixas litorâneas, e suporta longos períodos sem chuva graças à reserva hídrica acumulada no parênquima foliar.

Cultivo

O cultivo exige antes de tudo drenagem. Solos arenosos a franco-arenosos, com pH entre 6,0 e 8,0, oferecem as melhores condições, enquanto substratos compactados ou sujeitos a acúmulo de água inviabilizam a cultura mesmo sob clima favorável. A faixa térmica ideal situa-se entre 20 e 28 graus Celsius; a planta suporta mínimas próximas de 5 graus por períodos curtos, mas geadas prolongadas destroem o tecido foliar e costumam matar o indivíduo. A insolação plena favorece folhas mais espessas e compactas, ao passo que sombreamento parcial produz roseta mais aberta e folhas alongadas.

A propagação comercial ocorre quase exclusivamente por brotos basais. Os rebentos formados ao redor da planta-mãe são destacados quando atingem 15 a 20 centímetros, deixados à sombra por um a três dias para cicatrização do corte e então levados ao campo, com índice de pegamento habitualmente superior a 90 por cento. A semeadura é pouco usada, tanto pela germinação lenta quanto pela variabilidade genética indesejável em lavouras que buscam uniformidade. A cultura de tecidos aparece como alternativa em programas de multiplicação de cultivares selecionadas.

Em plantio de campo, o espaçamento gira em torno de 0,5 a 1,0 metro entre plantas e 1,0 a 1,5 metro entre fileiras. A irrigação por gotejamento é a mais adequada, com regas espaçadas e profundas em vez de molhamento frequente, evitando-se molhar as folhas. Matéria orgânica incorporada ao plantio melhora a estrutura do solo, e o excesso de nitrogênio deve ser evitado por estimular crescimento vegetativo rápido em detrimento do acúmulo de reservas no parênquima. Entre os problemas fitossanitários mais comuns figuram cochonilhas, ácaros, antracnose causada por Colletotrichum e podridões radiculares associadas a Fusarium oxysporum e a espécies de Pythium, quase sempre ligadas a drenagem deficiente.

Fenologia

A Aloe vera realiza metabolismo ácido das crassuláceas, abrindo os estômatos durante a noite para fixar dióxido de carbono na forma de malato e processá-lo no dia seguinte com os estômatos fechados. Esse padrão reduz drasticamente a perda de água e determina o ritmo de crescimento, que se concentra nos meses quentes com alguma disponibilidade hídrica e praticamente cessa nos períodos frios ou de seca extrema.

A floração começa em plantas com pelo menos três a quatro anos de idade e ocorre tipicamente no fim do inverno e na primavera em climas subtropicais, prolongando-se pelo verão em algumas localidades. Em regiões equatoriais, sem contraste térmico marcado entre estações, a emissão de escapos tende a ser irregular e pode acontecer em qualquer época. A antese de cada racemo se estende por duas a quatro semanas, com abertura acropetal das flores. A maturação das cápsulas, quando ocorre, leva mais dois a três meses. A emissão de brotos basais, ao contrário da floração, é contínua ao longo de todo o ciclo de vida e representa a principal via de perpetuação da espécie em cultivo.

Espécies Relacionadas e Confusões

Dentro do gênero, a espécie mais frequentemente confundida com a Aloe vera é a Aloe ferox Mill., sul-africana, que forma caule ereto de até três metros e apresenta folhas mais espessas, com dentes maiores e frequentemente distribuídos também pela face foliar. A Aloe arborescens Mill. desenvolve caule lenhoso ramificado e roseta terminal menor, com folhas nitidamente mais estreitas e recurvadas. A Aloe maculata All., conhecida por muitos sob o sinônimo Aloe saponaria, exibe máculas brancas persistentes dispostas em faixas transversais que não desaparecem na maturidade, característica que a separa com facilidade das plantas jovens de Aloe vera. Já a Aloe perryi Baker, endêmica de Socotra, e a Aloe striata Haw., de margens lisas e sem dentes, completam o rol de espécies próximas com identificação relativamente simples.

Vale registrar que revisões filogenéticas recentes desmembraram o antigo gênero Aloe em sentido amplo, transferindo várias espécies conhecidas para gêneros segregados. A árvore-aljava do deserto da Namíbia passou a Aloidendron dichotomum, a pequena ornamental de roseta rendilhada passou a Aristaloe aristata e a espécie de folhas trilineares marcadas passou a Gonialoe variegata. Nomes antigos em Aloe ainda circulam largamente na horticultura.

Fora do gênero, a confusão mais comum se dá com plantas do gênero Agave, da família Asparagaceae. As agaves têm folhas fibrosas e muito mais rígidas, terminadas em um espinho apical robusto, e florescem uma única vez na vida antes de morrer, comportamento monocárpico ausente nas aloes. Os gêneros Gasteria e Haworthia, ambos aparentados dentro de Asphodelaceae, distinguem-se pelo porte muito menor e, no caso de Gasteria, pela disposição das folhas em pares opostos no lugar da roseta espiralada.

Fitoquímica

A composição química da espécie divide-se de forma nítida entre os dois tecidos foliares principais, e essa separação é a chave para interpretar qualquer análise laboratorial da planta.

O parênquima aquífero central caracteriza-se pelo predomínio de polissacarídeos, com destaque para o acemanano, uma manana acetilada de cadeia longa considerada marcador quimiotaxonômico do gênero, acompanhado de glucomananos, arabinanas e galactanas. A fração não polissacarídica inclui aminoácidos livres, enzimas como catalase, peroxidase, amilase e bradicininase, esteróis vegetais entre os quais beta-sitosterol, campesterol e lupeol, além de sais minerais e de teores baixos de vitaminas hidrossolúveis. O conteúdo de água ultrapassa 98 por cento da massa fresca desse tecido.

O exsudato amarelo produzido pelas células pericíclicas apresenta perfil totalmente diverso, dominado por antraquinonas e seus precursores. Os componentes mais abundantes são as antronas C-glicosídicas aloína A e aloína B, historicamente designadas em conjunto como barbaloína, ao lado da isobarbaloína, da aloe-emodina, do crisofanol, da aloesina e das aloeresinas. Trata-se de um conjunto de metabólitos secundários com função ecológica de defesa contra herbivoria, e sua concentração varia com idade da folha, estação e condições de cultivo.

Do ponto de vista do metabolismo primário, o padrão CAM imprime oscilação circadiana ao teor de ácidos orgânicos no tecido foliar, com acúmulo noturno de malato e consumo diurno, fenômeno mensurável pela variação do pH do suco celular ao longo de 24 horas.

Quanto à toxicidade, o exsudato amarelo é irritante para o trato digestivo em razão do teor de antraquinonas, e este é um risco atual e não meramente histórico. A American Society for the Prevention of Cruelty to Animals classifica plantas do gênero Aloe como tóxicas para cães, gatos e cavalos, atribuindo os sinais clínicos observados às saponinas e às antraquinonas presentes na folha.

História e Etnobotânica do Gênero Aloe

Poucas plantas acumularam registro documental tão longo. Tabuletas de argila sumérias do terceiro milênio antes da era comum já mencionavam preparações à base de aloés, e o Papiro Ebers, redigido no Egito por volta de 1550 a.C., trazia fórmulas em que a planta figurava entre os ingredientes. Dioscórides descreveu o material vegetal no De Materia Medica, no século I, e Plínio, o Velho, registrou observações semelhantes na Naturalis Historia. Em todos esses casos, o produto comercializado era o exsudato dessecado, um sólido escuro e amargo obtido pela drenagem das folhas cortadas, e não a mucilagem interna que só passou a ser explorada industrialmente no século XX.

A ilha de Socotra funcionou como polo produtor e ponto de escala do comércio de aloés na Antiguidade, alimentando rotas que ligavam a Arábia ao Mediterrâneo. Ao longo da Idade Média, o material figurava nos inventários de boticas europeias e depois nas farmacopeias oficiais dos séculos XVIII e XIX, sempre sob designações que combinavam o nome da droga com o porto de origem, como se lê em rótulos referentes a Socotra e a Barbados.

A chegada às Américas se deu no século XVI, por meio de navegadores e colonizadores ibéricos, e a planta naturalizou-se com rapidez no Caribe e nas zonas costeiras da América tropical. Em Barbados, o cultivo em escala no século XVIII foi suficientemente notório para batizar um dos sinônimos mais duradouros da espécie. O interesse industrial pelo parênquima mucilaginoso, distinto do exsudato historicamente comercializado, consolidou-se apenas a partir da segunda metade do século XX.

Conservação

A Aloe vera não possui avaliação global publicada na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza, condição que a coloca na categoria de espécie não avaliada. A ausência de avaliação não indica risco: a espécie é cultivada em escala industrial em dezenas de países e sua permanência como táxon vivo não está ameaçada por nenhum cenário plausível.

A situação regulatória é notável. Todo o gênero Aloe, além dos gêneros segregados Aloidendron, Aloiampelos, Aristaloe, Gonialoe e Kumara, consta dos Apêndices da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo, com o conjunto listado no Apêndice II e cerca de vinte espécies no Apêndice I. A Aloe vera é a única exceção do grupo, tendo sido retirada dos Apêndices em fevereiro de 1995 justamente por conta da abundância do material cultivado, que torna a pressão sobre populações silvestres irrelevante.

Os pontos de atenção conservacionista concentram-se em outro lugar. As populações verdadeiramente silvestres da Península Arábica são escassas, mal delimitadas e pouco estudadas, o que dificulta qualquer diagnóstico sobre a diversidade genética original da espécie. A lavoura comercial, por outro lado, apoia-se em um número reduzido de clones propagados vegetativamente, situação que estreita a base genética disponível e aumenta a vulnerabilidade a novos patógenos. Bancos de germoplasma na África do Sul, na Índia e no México mantêm acessos que ajudam a mitigar esse estreitamento.

Curiosidades

  • A espécie é a única de todo o grupo das aloes que ficou fora dos Apêndices da CITES, condição obtida em 1995 e mantida desde então.
  • As máculas brancas das folhas juvenis desaparecem com a maturidade, o que faz muita gente acreditar ter comprado uma planta e recebido outra alguns anos depois.
  • O epíteto barbadensis, ainda estampado em incontáveis rótulos, aponta para Barbados por causa do cultivo colonial na ilha e não por qualquer vínculo de origem.
  • O metabolismo CAM faz a acidez interna da folha oscilar ao longo do dia, de modo que uma amostra colhida ao amanhecer e outra colhida ao entardecer apresentam pH mensuravelmente diferentes.
  • Por depender quase inteiramente de propagação clonal no comércio mundial, boa parte das lavouras de continentes distintos é geneticamente muito próxima.
  • O nome do gênero e a palavra portuguesa azebre compartilham raiz semítica ligada ao sabor amargo do exsudato.

Aviso: este conteúdo é informativo e não substitui orientação de profissional de saúde. Consulte um médico ou fitoterapeuta antes de usar plantas medicinais, especialmente na gravidez, na lactação ou em uso de medicamentos.

Referências e Estudos Científicos

9 Referências Citadas

Baseado em 9 Referências Citadas (3 Peer-Reviewed, 6 Complementares).

Ver Todas as 9 Referências Citadas

Estudos Científicos Peer-Reviewed (3)

  1. DOI2013 Grace, O. M., Klopper, R. R., Smith, G. F., Crouch, N. R., Figueiredo, E., Ronsted, N., van Wyk, A. E. A revised generic classification for Aloe (Xanthorrhoeaceae subfam. Asphodeloideae). Phytotaxa, 76(1), 7-14. 2013. ↗
  2. DOI2004 Reynolds, T. (Ed.). Aloes: The Genus Aloe. CRC Press, Boca Raton. 2004. ↗
  3. DOI2016 The Angiosperm Phylogeny Group. An update of the Angiosperm Phylogeny Group classification for the orders and families of flowering plants: APG IV. Botanical Journal of the Linnean Society, 181(1), 1-20. 2016. ↗

Leituras Complementares (6)

  1. Burman, N. L. Flora Indica. Cornelium Haek, Lugduni Batavorum, p. 83. 1768. ↗
  2. Linnaeus, C. Species Plantarum, vol. 1. Laurentius Salvius, Estocolmo, p. 320. 1753. ↗
  3. International Plant Names Index. Aloe vera (L.) Burm.f. Royal Botanic Gardens Kew, Harvard University Herbaria e Australian National Herbarium. ↗
  4. Plants of the World Online. Aloe vera (L.) Burm.f. Royal Botanic Gardens, Kew. ↗
  5. CITES. Apêndices I, II e III da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo. ↗
  6. World Flora Online. Aloe vera (L.) Burm.f. ↗
Este artigo foi esclarecedor?
O que você achou deste artigo?
Nota média: -