Resumo rápido
Agrimonia eupatoria L., conhecida no Brasil como agrimônia e em Portugal como agrimónia, é uma planta herbácea perene da família Rosaceae, descrita por Carl Linnaeus e nativa da Europa e do Sudoeste da Ásia, onde cresce em prados úmidos, pastagens e margens de riachos. A agrimônia é empregada há séculos na medicina…
Cuidado principal: Existe monografia da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) sobre a agrimônia, que reconhece como uso tradicional o emprego da planta na diarreia leve, em gargarejo para inflamação de boca e garganta e em uso tópico na…
Agrimonia eupatoria L., conhecida no Brasil como agrimônia e em Portugal como agrimónia, é uma planta herbácea perene da família Rosaceae, descrita por Carl Linnaeus e nativa da Europa e do Sudoeste da Ásia, onde cresce em prados úmidos, pastagens e margens de riachos. A agrimônia é empregada há séculos na medicina tradicional europeia, que a valoriza sobretudo pela ação adstringente e pelo uso em inflamações leves, e hoje conta com uma monografia da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) que reconhece alguns desses empregos como uso tradicional, sem que isso signifique eficácia clínica comprovada.

A planta forma caules eretos e floríferos que podem atingir até 100 cm de altura, com folhas pinadas de bordas serrilhadas e, de junho a setembro, inflorescências espigadas de flores amarelas cujo odor levemente picante lembra o de damascos. Os frutos são pequenos aquênios cobertos de ganchos que se prendem com facilidade ao pelo dos animais e às roupas, o que favorece a dispersão das sementes. A riqueza fitoquímica da agrimônia, que reúne taninos, flavonoides e óleos voláteis, explica a longa história de uso popular e o interesse contínuo da pesquisa científica pela espécie.
Nomes Populares e Internacionais da Agrimônia
- Alemão: Gemeiner Odermennig, Heil aller Welt, Königskraut, Odermennig.
- Espanhol: agrimonia, agrimoña, eupatoria, hierba de San Guillermo, mermasangre.
- Francês: aigremoine eupatoire, francormier, herbe de Saint-Guillaume, thé des bois.
- Inglês: church steeples, cocklebur, common agrimony, harvest lice, sticklewort.
- Italiano: agrimonia, erba da taglio, erba di San Guglielmo, erba vettonica.
- Português: agrimônia, agrimónia (grafia de Portugal), amoricos, erva-agrimônia, erva-de-são-guilherme, erva-eupatória, erva-hepática, lagrimosa, namoricos.
Sinônimos Botânicos da Agrimônia
Entre os sinônimos botânicos de Agrimonia eupatoria L. figuram Agrimonia canescens Dumort., Agrimonia elata Salisb., Agrimonia vulgaris Gray e Eupatorium dioscoridis Bubani. Embora Agrimonia eupatoria L. seja o nome aceito e mais amplamente utilizado, a existência de vários sinônimos reflete a complexidade taxonômica do gênero e as variações regionais na classificação da espécie ao longo da história da botânica, razão pela qual convém conferir sempre o binômio completo ao consultar a literatura.
Essa atenção ao nome é especialmente útil porque o gênero inclui espécies próximas que não devem ser confundidas com a agrimônia, como Agrimonia pilosa, espécie asiática usada na medicina tradicional do Extremo Oriente, e Agrimonia procera, espécie europeia de aroma mais acentuado que algumas farmacopeias aceitam ao lado de Agrimonia eupatoria como fonte da droga vegetal Agrimoniae herba.
Família Botânica: Rosaceae
Agrimonia eupatoria pertence à família Rosaceae, uma das maiores e mais diversas famílias de plantas com flores, com aproximadamente 4.828 espécies distribuídas em 91 gêneros. A família tem grande importância econômica, porque abrange muitas frutas comestíveis, como maçãs, peras, morangos, framboesas e cerejas, além de numerosas plantas ornamentais, a começar pelas rosas, e se caracteriza por flores geralmente hermafroditas, com cinco sépalas, cinco pétalas e ovário súpero ou ínfero.
Dentro das Rosaceae, a agrimônia compartilha com outras espécies a presença de taninos e compostos fenólicos, que respondem pela sua ação adstringente e pela maior parte do interesse medicinal que desperta. A diversidade fitoquímica e morfológica da família vem sendo objeto de estudos extensos, que revelam a adaptabilidade e o sucesso evolutivo desse grupo em ecossistemas muito diferentes ao redor do mundo.
Partes Utilizadas da Agrimônia
- Flores
- Folhas
- Partes aéreas (caule, folhas e flores)
Usos Etnobotânicos e Tradicionais da Agrimônia
- Adstringente em casos de diarreia leve e queixas digestivas (registro tradicional)
- Alívio tradicional de dor de garganta e tosse
- Aplicação tópica em feridas superficiais e úlceras cutâneas na medicina popular
- Aplicação tópica em problemas de pele, como eczema e acne (registro tradicional)
- Diurético popular em queixas urinárias
- Gargarejo em inflamações leves de boca e garganta
- Tônico hepático e biliar na medicina popular europeia
Propriedades Terapêuticas da Agrimônia
- Adstringente (contrai tecidos e mucosas, ação atribuída aos taninos)
- Analgésico (efeito observado em modelos animais, sem comprovação clínica)
- Antibacteriano (atividade observada em estudos de laboratório)
- Anti-inflamatório (efeito observado em estudos experimentais e registro tradicional)
- Antioxidante (capacidade de neutralizar radicais livres medida em laboratório)
- Antiviral (atividade observada em estudos de laboratório, sem comprovação clínica)
- Cicatrizante (registro tradicional de uso tópico em feridas superficiais)
- Colagogo (registro tradicional de estímulo à secreção de bile)
- Diurético (registro tradicional)
- Hepatoprotetor (efeito investigado em estudos experimentais, sem comprovação clínica)
- Hipoglicemiante (possível efeito observado em modelo animal, sem comprovação em humanos)
- Imunomodulador (atividade observada em estudos de laboratório)
Perfil Fitoquímico Detalhado da Agrimônia
- Ácidos fenólicos (ácido cafeico, ácido elágico, ácido gálico)
- Catequinas
- Cumarinas
- Flavonoides (apigenina, kaempferol, luteolina, quercetina, tilirosídeo)
- Glicosídeos triterpênicos (ácido euscáfico, ácido tormêntico)
- Óleos voláteis
- Proantocianidinas (dímeros e trímeros)
- Taninos (3% a 21%)
Formas de Preparo e Administração da Agrimônia
- Cápsulas
- Cataplasma
- Compressas
- Decocção
- Extrato fluido
- Extrato seco
- Infusão
- Tintura
Sinergia com Outras Plantas Medicinais
Conforto Digestivo
Na tradição herbária europeia, a agrimônia aparece combinada com a camomila (Matricaria chamomilla) e a hortelã-pimenta (Mentha × piperita) em misturas tradicionalmente usadas para desconfortos digestivos leves, como diarreia passageira, dispepsia e flatulência. A lógica dessa associação é unir os taninos adstringentes da agrimônia aos compostos que a tradição atribui à camomila como calmantes da mucosa e ao efeito carminativo popularmente associado à hortelã-pimenta, sem que exista estudo clínico avaliando a mistura.
Função Hepática e Biliar
Como apoio hepático de registro tradicional, a agrimônia pode ser associada ao cardo-mariano (Silybum marianum) e ao dente-de-leão (Taraxacum officinale). Nessa combinação, a agrimônia entra como tônico biliar da medicina popular, o cardo-mariano pela silimarina, que estudos investigam por sua ação sobre as células hepáticas, e o dente-de-leão pelo uso tradicional como estimulante do fluxo de bile, um conjunto que a tradição emprega para auxiliar a digestão de gorduras, embora não haja comprovação clínica da mistura.
Cuidados Tópicos com a Pele
Em aplicações externas, a agrimônia é tradicionalmente usada em conjunto com a calêndula (Calendula officinalis) e o confrei (Symphytum officinale) em compressas e pomadas para irritações e inflamações superficiais da pele. A ação adstringente da agrimônia se soma ao uso tradicional da calêndula em pequenas lesões e ao do confrei em contusões, mas o confrei contém alcaloides pirrolizidínicos e deve ficar restrito à pele íntegra, nunca sobre feridas abertas, e por períodos curtos.
Receitas e Protocolos de Uso da Agrimônia
Infusão de Agrimônia para Diarreia Leve
Esta infusão é a forma tradicionalmente usada para episódios de diarreia leve e passageira, um dos empregos que a monografia da EMA reconhece como uso tradicional.
Ingredientes: 1 colher de chá (2 a 3 g) de partes aéreas secas de agrimônia e 200 ml de água fervente.
Preparo: coloque a agrimônia em uma xícara, acrescente a água fervente, tampe e deixe em infusão por 10 a 15 minutos antes de coar e beber morno. A tradição indica 2 a 3 xícaras por dia, entre as refeições, por no máximo 1 semana sem orientação profissional, sempre com intervalo de 2 horas em relação a medicamentos e suplementos de ferro. Se a diarreia durar mais de 2 dias ou vier acompanhada de febre ou sangue, procure avaliação médica em vez de continuar com o chá.
Compressa de Agrimônia para a Pele
A compressa é o preparo tradicionalmente usado em aplicações externas sobre pequenas feridas, cortes superficiais e áreas de pele inflamada.
Ingredientes: 2 colheres de sopa de partes aéreas secas de agrimônia e 500 ml de água.
Preparo: ferva a agrimônia na água por 10 minutos para obter uma decocção, deixe esfriar e coe. Embeba um pano limpo ou uma gaze no líquido e aplique sobre a área por 20 a 30 minutos, 2 a 3 vezes ao dia, aproveitando a ação adstringente atribuída aos taninos. Feridas profundas, com secreção, calor local ou que não fecham em poucos dias devem ser avaliadas por um profissional de saúde.
Tintura de Agrimônia para Gargarejo
O gargarejo com tintura diluída é o uso tradicional da agrimônia em inflamações leves de boca e garganta, também reconhecido como tal pela monografia europeia.
Ingredientes: 50 g de partes aéreas secas de agrimônia e 250 ml de álcool a 70%.
Preparo: coloque a agrimônia em um frasco de vidro escuro, cubra com o álcool e deixe macerar por 2 semanas em local fresco e escuro, agitando todos os dias, antes de coar e guardar a tintura. Para o gargarejo, dilua 5 a 10 ml da tintura em 50 ml de água morna e use 3 a 4 vezes ao dia em casos de irritação de garganta, faringite leve ou gengivite, sem engolir o líquido. Dor de garganta intensa, com febre alta ou que persiste por vários dias exige consulta com um profissional de saúde.
As preparações acima seguem registros tradicionais e não substituem orientação profissional. Antes de qualquer uso interno, consulte as contraindicações e interações descritas neste artigo.
Terapias Associadas à Agrimônia
Fitoterapia
Na fitoterapia de tradição europeia, a agrimônia é valorizada pela ação adstringente, atribuída à alta concentração de taninos, e aparece sobretudo em preparações para queixas leves do trato gastrointestinal, como diarreia e dispepsia. A medicina popular também a emprega como tônico biliar e em preparações tópicas para feridas superficiais e inflamações da pele, usos que a monografia da EMA classifica como tradicionais, ou seja, baseados na longa experiência de uso e não em ensaios clínicos que comprovem a eficácia. Essa versatilidade explica por que a planta continua presente em formulações tradicionais de vários países europeus.
Homeopatia
Na homeopatia, a agrimônia é preparada sob o nome Agrimonia eupatoria e indicada, segundo os princípios dessa prática, para quadros que envolvem queixas digestivas, como diarreia e dispepsia, e irritações cutâneas. A abordagem homeopática se baseia na individualidade dos sintomas e na totalidade dos sinais apresentados pelo paciente, e as diluições e potências são escolhidas conforme a filosofia própria dessa prática, que não conta com comprovação científica de eficácia para esses usos.
Florais de Bach
A agrimônia é um dos 38 remédios florais de Bach, conhecido como Agrimony, e nesse sistema é indicada para pessoas que escondem preocupações e tormentos internos por trás de uma fachada de alegria e despreocupação. Segundo a descrição de Edward Bach, quem se identifica com Agrimony tende a evitar confrontos e a buscar a paz a qualquer custo, muitas vezes recorrendo a distrações ou vícios para fugir dos próprios problemas, e o floral teria o propósito de ajudar a pessoa a reconhecer as emoções, expressar o que sente e lidar com as dificuldades de forma mais autêntica. Os florais de Bach são uma prática complementar sem comprovação científica e não substituem acompanhamento psicológico ou médico.
Contraindicações e Efeitos Colaterais da Agrimônia
Uso Tradicional Reconhecido pela EMA
Existe monografia da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) sobre a agrimônia, que reconhece como uso tradicional o emprego da planta na diarreia leve, em gargarejo para inflamação de boca e garganta e em uso tópico na pele inflamada. Esse reconhecimento se apoia na tradição de uso prolongado e não em eficácia comprovada por estudos clínicos, e por isso deve ser entendido como uso tradicional reconhecido, não como garantia de resultado.
Contraindicações Gerais
Por ser rica em taninos, a agrimônia não deve ser usada por mais de 1 semana contínua em uso interno sem orientação profissional, já que o uso prolongado ou em doses elevadas pode causar irritação gastrointestinal, náuseas ou prisão de ventre em pessoas sensíveis. A EMA não recomenda a agrimônia para menores de 12 anos, nem na gravidez e na lactação, por falta de dados de segurança. Pessoas com obstrução das vias biliares ou cálculos biliares devem evitar a planta, porque o efeito colagogo que a tradição lhe atribui pode agravar essas condições, e há relatos isolados de fotossensibilidade, o que recomenda cautela com exposição solar intensa durante o uso.
Diarreia que dura mais de 2 dias, com febre ou sangue, exige avaliação médica, não chá. O mesmo vale para feridas que não cicatrizam, sinais de infecção na pele e dor de garganta persistente, situações em que a agrimônia não substitui o diagnóstico e o tratamento adequados.
Interações Medicamentosas
Os taninos da agrimônia podem reduzir a absorção de ferro e de medicamentos tomados por via oral, por isso a ingestão da planta deve ser separada da ingestão de ferro e de medicamentos por 2 horas. Há um possível efeito hipoglicemiante observado em modelo animal, o que pede cautela com antidiabéticos e monitoramento da glicemia por quem usa esses medicamentos. Pessoas que tomam anticoagulantes também devem conversar com o médico antes do uso, por precaução, e de modo geral convém consultar um médico ou farmacêutico antes de combinar a agrimônia com qualquer medicação contínua.
Não Confundir com Outras Plantas
A agrimônia não deve ser confundida com Agrimonia pilosa, espécie asiática do mesmo gênero, nem com Agrimonia procera, espécie europeia aromática, que têm composição e histórico de uso próprios. Sobretudo em textos em inglês, é preciso atenção ao nome hemp agrimony, que designa Eupatorium cannabinum, uma planta de outra família que contém alcaloides pirrolizidínicos hepatotóxicos: Eupatorium cannabinum é outra planta e não deve ser usada como substituta da agrimônia.
Curiosidades e Fatos Históricos da Agrimônia
A agrimônia tem uma longa história de uso e simbolismo na Europa, e na Idade Média chegou a ser vista como uma erva mágica, empregada em rituais de proteção. Uma crença popular da época dizia que, colocada debaixo do travesseiro, a planta induziria um sono profundo que só terminaria quando fosse retirada, ideia que reflete a antiga associação da agrimônia com efeitos calmantes, embora não haja evidência científica para tal efeito. O nome do gênero costuma ser relacionado ao grego argemone, termo ligado na Antiguidade a plantas usadas em afecções dos olhos, o que indica um dos empregos tradicionais atribuídos à espécie.
Na medicina popular, a planta também recebeu o nome de erva-de-são-guilherme, em homenagem a um santo que, segundo a tradição, a teria usado no cuidado de feridas, e o epíteto eupatoria evoca Mitrídates VI Eupátor, rei do Ponto lembrado pelo interesse em plantas medicinais. A presença da agrimônia em textos antigos e no folclore europeu mostra a importância cultural que a espécie conservou ao longo dos séculos, inclusive em formulações anglo-saxãs de uso em feridas.
Uma curiosidade prática é que os frutos com ganchos explicam vários nomes populares em inglês, como sticklewort e cocklebur, e também o costume de encontrar as sementes presas às roupas de quem caminha por prados no fim do verão. Já o nome inglês hemp agrimony, apesar da semelhança, pertence a Eupatorium cannabinum, uma planta sem parentesco próximo com a agrimônia verdadeira.
Perguntas Frequentes sobre a Agrimônia
O Chá de Agrimônia Pode Ser Consumido Diariamente?
Por ser rica em taninos, a agrimônia não deve ser usada por mais de 1 semana contínua em uso interno sem orientação profissional. O uso prolongado ou em grandes quantidades pode causar irritação gastrointestinal ou prisão de ventre em pessoas sensíveis, e o chá deve ficar separado de ferro e de medicamentos por 2 horas. Quem tem doenças preexistentes ou usa medicação contínua deve consultar um profissional de saúde antes.
A Agrimônia Pode Ser Usada em Problemas de Pele?
A tradição emprega a agrimônia em compressas e cataplasmas sobre feridas superficiais, úlceras, eczema e acne, por causa da ação adstringente atribuída aos taninos, e a monografia da EMA reconhece o uso tópico em pele inflamada como uso tradicional. Esse reconhecimento não equivale a eficácia comprovada, e problemas de pele persistentes ou graves exigem consulta médica.
Qual o Papel Tradicional da Agrimônia na Saúde Digestiva?
O uso digestivo mais conhecido da agrimônia é o da infusão em casos de diarreia leve, emprego que a EMA classifica como uso tradicional reconhecido. A medicina popular também a emprega como tônico biliar e em dispepsia e flatulência, sem comprovação clínica desses efeitos. Diarreia que dura mais de 2 dias, com febre ou sangue, exige avaliação médica, não chá.
Quem Não Deve Usar a Agrimônia?
A EMA não recomenda a agrimônia para menores de 12 anos, nem na gravidez e na lactação, por falta de dados. Pessoas com obstrução biliar ou cálculos biliares devem evitá-la, e quem usa antidiabéticos precisa de cautela, já que há possível efeito hipoglicemiante em modelo animal. Também existem relatos isolados de fotossensibilidade.
A Agrimônia É a Mesma Planta que o Hemp Agrimony?
Não. O nome inglês hemp agrimony designa Eupatorium cannabinum, uma planta de outra família que contém alcaloides pirrolizidínicos hepatotóxicos. Eupatorium cannabinum é outra planta e não deve ser usada como substituta da agrimônia, que também não deve ser confundida com Agrimonia pilosa nem com Agrimonia procera.
Qual a Relação da Agrimônia com os Florais de Bach?
A agrimônia dá origem a Agrimony, um dos 38 florais de Bach, indicado nesse sistema para quem esconde preocupações por trás de uma aparência alegre. Trata-se de uma prática complementar sem comprovação científica, que não substitui acompanhamento psicológico ou médico.
Aviso: este conteúdo é informativo e não substitui orientação de profissional de saúde. Consulte um médico ou fitoterapeuta antes de usar plantas medicinais, especialmente na gravidez, na lactação ou em uso de medicamentos.
Como citar este artigo
NATUGREENS. Agrimônia (Agrimonia eupatoria): Propriedades e Benefícios. Natugreens, 8 nov. 2026. Disponível em: https://natugreens.com/pt/agrimonia-eupatoria-agrimonia/. Acesso em: 8 nov. 2026.
Natugreens. (2026). Agrimônia (Agrimonia eupatoria): Propriedades e Benefícios. Natugreens. https://natugreens.com/pt/agrimonia-eupatoria-agrimonia/
Referências e Estudos Científicos
- PMC2015 Granica S, et al. The phytochemical investigation of Agrimonia eupatoria L. and Agrimonia procera Wallr. as valid sources of Agrimoniae herba, the pharmacopoeial plant material. J Pharm Biomed Anal. 2015.
- PMC2016 Lee KH, et al. Anti-nociceptive effect of Agrimonia eupatoria extract on a cisplatin-induced neuropathic model. Afr J Tradit Complement Altern Med. 2016.
- PMC2020 Paluch Z, et al. The therapeutic effects of Agrimonia eupatoria L.. Physiol Res. 2020.
- PMC2017 Santos TN, et al. Antioxidant, anti-inflammatory, and analgesic activities of Agrimonia eupatoria L. infusion. Evid Based Complement Alternat Med. 2017.
