Cipreste (Cupressus sempervirens): Propriedades e Benefícios

16 Min de Leitura
🥈 7 Referências
Publicado em

Cupressus sempervirens L. / Cipreste, conhecido popularmente como cipreste-comum, cipreste-italiano ou cipreste-do-mediterrâneo, é uma árvore conífera perene da família Cupressaceae, descrita por Carl Linnaeus em 1753. Originária do Mediterrâneo Oriental e do Irã, a espécie se adaptou a condições ambientais muito diversas, prosperando tanto em solos ácidos quanto em solos alcalinos e mostrando notável resistência à seca, e sua longevidade impressiona, com alguns exemplares que ultrapassam os 1.000 anos de idade.

Cipreste (Cupressus sempervirens) em ilustração botânica, com ramos de folhas verdes em forma de escama e gálbulas arredondadas de escamas lenhosas, características do cipreste-comum.
Conífera perene de copa geralmente colunar, o cipreste tem folhas minúsculas em forma de escama e gálbulas arredondadas formadas por escamas lenhosas.

Na tradição herbária, o cipreste é valorizado desde a Antiguidade em diversas culturas, e suas folhas e gálbulas (os frutos em forma de pequenos cones) são as partes mais empregadas na medicina tradicional, servindo também de matéria-prima para a extração do óleo essencial e de outras substâncias ativas. Estudos de laboratório e em animais investigam parte desses usos e descrevem atividades anti-inflamatória, antimicrobiana e adstringente, mas os ensaios clínicos em humanos ainda são escassos, por isso as informações a seguir têm caráter informativo e não substituem a orientação de um profissional de saúde.

Nomes Populares e Internacionais do Cipreste

  • Alemão: Echte Zypresse, Italienische Zypresse, Trauerzypresse.
  • Árabe: saro, saro al-bahr al-abiadh, shajarat el-saro.
  • Chinês: di zhong hai bai mu.
  • Espanhol: ciprés común, ciprés italiano.
  • Francês: cyprès commun, cyprès d’Italie, cyprès toujours vert.
  • Inglês: common cypress, evergreen cypress, funeral cypress, Italian cypress, Mediterranean cypress, pencil pine, pyramidal cypress, Tuscan cypress.
  • Italiano: cipresso comune, cipresso mediterraneo.
  • Português: cipreste, cipreste-comum, cipreste-do-mediterrâneo, cipreste-italiano.
  • Sueco: kretacypress.

Sinônimos Botânicos do Cipreste

Além de Cupressus sempervirens L., nome aceito para a espécie, a literatura científica registra outros sinônimos botânicos, que refletem variações morfológicas da árvore e diferentes momentos da sua classificação taxonômica ao longo do tempo:

  • Cupressus horizontalis Mill.
  • Cupressus pyramidalis Targ. Tozz.
  • Cupressus sempervirens var. stricta Aiton

Família Botânica: Cupressaceae

A família Cupressaceae, à qual pertence o Cupressus sempervirens, é um grupo diversificado de coníferas que reúne árvores e arbustos conhecidos pela resiliência e pela capacidade de adaptação a climas e solos variados. Suas espécies são valorizadas pela madeira, pelo uso ornamental e pelas propriedades medicinais atribuídas aos compostos bioativos que produzem, como os terpenos presentes nos óleos essenciais, e a família inclui também as tuias, que muitas vezes são confundidas com o cipreste.

Partes Utilizadas do Cipreste

As preparações tradicionais recorrem principalmente às partes listadas abaixo, e o óleo essencial, obtido das folhas e das gálbulas, é reservado à inalação e ao uso externo, sempre diluído.

  • Folhas
  • Gálbulas (pequenos cones lenhosos, chamados popularmente de bagas ou frutos)
  • Óleo essencial (extraído das folhas e das gálbulas, nunca para ingestão)

Usos Etnobotânicos e Tradicionais do Cipreste

A lista a seguir reúne usos registrados pela medicina popular de diferentes culturas e não equivale a indicações comprovadas. Hemorragias, sangramentos fora do período menstrual, alterações urinárias ou da próstata, crises de asma e pleurisia são quadros que exigem avaliação médica antes de qualquer uso de plantas.

  • Acne
  • Ansiedade e estresse
  • Bronquite ou asma
  • Cãibras
  • Cólicas menstruais
  • Colite
  • Diarreia
  • Dor muscular
  • Febre
  • Feridas ou infecções na pele
  • Gripes e resfriados
  • Hemorragias
  • Hemorroidas
  • Inchaço nas pernas
  • Incontinência urinária diurna ou noturna
  • Insônia
  • Laringite
  • Menopausa
  • Pernas pesadas
  • Pleurisia (inflamação da membrana que reveste os pulmões)
  • Pressão baixa
  • Problemas de próstata
  • Sangramento fora do período menstrual
  • Síndrome pré-menstrual (TPM)
  • Tosse persistente
  • Úlceras varicosas
  • Varizes
  • Verrugas

Propriedades Terapêuticas do Cipreste

As propriedades abaixo vêm de registros tradicionais e de estudos de laboratório ou em animais, e ainda não contam com confirmação clínica consistente em humanos.

  • Adstringente (provoca contração dos tecidos, efeito associado aos taninos)
  • Anti-inflamatório (efeito observado em estudos experimentais)
  • Antibacteriano (atividade contra bactérias observada em estudos de laboratório)
  • Anticoagulante (atividade observada em estudos de laboratório, relevante para quem usa anticoagulantes)
  • Antiespasmódico (registro tradicional para cólicas e cãibras)
  • Antifúngico (atividade contra fungos observada em estudos de laboratório)
  • Antimicrobiano (atividade contra microrganismos observada em estudos de laboratório)
  • Antioxidante (capacidade de neutralizar radicais livres em testes de laboratório)
  • Antiparasitário (atividade observada em estudos experimentais)
  • Antiperspirante (uso tradicional para reduzir a transpiração)
  • Antiproliferativo (atividade observada em estudos de laboratório, sem comprovação clínica)
  • Antiviral (atividade observada em estudos de laboratório)
  • Aromático (aroma amadeirado e fresco, empregado na aromaterapia)
  • Balsâmico (suavizante das vias respiratórias, segundo a tradição)
  • Calmante (registro tradicional de efeito relaxante, sobretudo por inalação do óleo)
  • Cicatrizante (uso tradicional em pequenas feridas)
  • Diurético (registro tradicional de aumento da produção de urina)
  • Estrogênico (ação semelhante à do estrogênio, descrita na tradição e em estudos experimentais)
  • Expectorante (registro tradicional, sobretudo em inalações)
  • Inseticida (ação repelente e tóxica para insetos observada com o óleo essencial)

Perfil Fitoquímico Detalhado do Cipreste

Os compostos abaixo foram identificados em extratos das folhas e das gálbulas e no óleo essencial do cipreste, e os teores indicados variam conforme a origem da planta, a parte analisada e o método de extração.

  • Ácidos glicérico e glicólico
  • Alcaloides (0,7%)
  • Alfa-pineno (34,5 a 60,5% no óleo essencial)
  • Antraquinonas
  • Bioflavonoides
  • Cedrol (8,3% no óleo essencial)
  • Cumarinas
  • Delta-3-careno (22,1% no óleo essencial)
  • Esteroides
  • Fenóis (0,067%)
  • Flavonoides (0,22%)
  • Glicosídeos cardíacos
  • Glicosídeos flavonoides
  • Leucoantocianinas
  • Limoneno (4,6% no óleo essencial)
  • Monoterpenos
  • Óleos essenciais
  • Quinonas livres
  • Saponinas (1,9%)
  • Saponosídeos
  • Sesquiterpenos
  • Taninos (0,31%)
  • Taninos catéquicos
  • Taninos gálicos
  • Terpenoides
  • Triterpenos

Formas de Preparo e Administração do Cipreste

O cipreste é preparado de maneiras diferentes conforme a via de uso, e a regra mais importante é que o óleo essencial se destina apenas à inalação e à aplicação na pele, sempre diluído, nunca à ingestão.

  • Chá (infusão ou decocção)
  • Compressas
  • Hidratante (com óleo essencial diluído)
  • Inalação (com óleo essencial)
  • Óleo essencial (uso tópico, sempre diluído)
  • Tinturas e extratos

Sinergia com Outras Plantas Medicinais

Alívio do Estresse e da Ansiedade

Na aromaterapia, o óleo essencial de cipreste é tradicionalmente combinado com os de lavanda (Lavandula angustifolia) e de camomila (Matricaria chamomilla) em misturas usadas em difusores ou, sempre diluídas, em aplicações sobre a pele, com a intenção de criar um ambiente de calma e bem-estar. Esse registro tradicional associa a combinação ao relaxamento e à redução da tensão nervosa, sem que isso substitua o acompanhamento profissional em casos de ansiedade persistente, e a mistura não deve ser usada por gestantes nem em crianças pequenas.

Conforto Respiratório em Inalações

Para as vias respiratórias, a tradição combina o óleo essencial de cipreste com os de eucalipto (Eucalyptus globulus) e de melaleuca, também chamada de tea tree (Melaleuca alternifolia), em inalações usadas para aliviar a congestão nasal, a tosse e outros sintomas de gripes e resfriados. Esse uso se apoia nas propriedades expectorantes e antimicrobianas atribuídas a esses óleos em registros tradicionais e em estudos de laboratório, e a inalação não deve ser feita por gestantes nem perto de crianças pequenas.

Receitas e Protocolos de Uso do Cipreste

Decocção de Gálbulas de Cipreste

Tradicionalmente usada para varizes, hemorroidas e queixas de circulação nas pernas, a decocção é feita com uma pequena porção de gálbulas verdes ou secas, previamente esmagadas, fervidas em água por cerca de 10 minutos, coadas e deixadas amornar antes do consumo.

Como faltam dados de segurança para o uso interno, a quantidade de gálbulas, o número de xícaras por dia e a duração do uso devem ser definidos individualmente, e o registro tradicional fala sempre em períodos curtos, com o chá tomado antes das refeições. Consulte um profissional de saúde antes de usar esta preparação, que não se destina a gestantes, lactantes ou crianças e não deve ser confundida com o óleo essencial, que nunca pode ser ingerido.

Inalação com Óleo Essencial de Cipreste

Tradicionalmente usada para aliviar a congestão nasal e a tosse de gripes e resfriados, a inalação consiste em pingar 3 a 5 gotas de óleo essencial de cipreste em um recipiente com água bem quente, cobrir a cabeça com uma toalha e respirar o vapor por 5 a 10 minutos.

Mantenha os olhos fechados durante todo o procedimento para evitar irritação e interrompa a inalação diante de qualquer ardor nas mucosas, lembrando que esse método não se destina a gestantes nem a crianças pequenas.

Óleo de Massagem Diluído para Pernas Cansadas

Tradicionalmente usado em dores musculares, cãibras, inchaço e sensação de peso nas pernas, este óleo de massagem leva 1 a 3 gotas de óleo essencial de cipreste diluídas em 1 ou 2 colheres de sopa de um óleo carreador, como o de amêndoas doces ou o de coco.

Faça antes um teste de sensibilidade em uma pequena área da pele e, sem sinais de reação, aplique a mistura com movimentos suaves sobre a região desejada. A tradição relaciona esse uso às propriedades adstringentes, anti-inflamatórias e vasoconstritoras atribuídas ao cipreste, e não a uma ação comprovada sobre as varizes, que devem ser acompanhadas por um médico.

As preparações acima seguem registros tradicionais e não substituem orientação profissional. Antes de qualquer uso interno, consulte as contraindicações e interações descritas neste artigo.

Terapias Associadas ao Cipreste

Aromaterapia

O óleo essencial de cipreste tem lugar de destaque na aromaterapia, onde é apreciado pelo aroma amadeirado e fresco e usado de forma tradicional para favorecer o bem-estar emocional em momentos de estresse, ansiedade e fadiga mental. Os praticantes associam sua inalação a um humor mais disposto e à clareza mental, e a tradição aromaterapêutica também o relaciona à autoconfiança, à força de vontade e à perseverança, empregando-o em difusores ou aplicado, sempre diluído, em pontos de pulsação. Essas associações pertencem à prática aromaterapêutica e não são efeitos demonstrados em estudos clínicos.

Fitoterapia

Na fitoterapia, o cipreste aparece em chás, tinturas e extratos tradicionalmente empregados em queixas circulatórias, respiratórias e cutâneas, uso que se apoia nas ações adstringentes, anti-inflamatórias e antimicrobianas atribuídas à planta e investigadas em estudos de laboratório. As preparações de uso interno exigem orientação de um profissional de saúde, sobretudo pela falta de dados de segurança em humanos e pelas contraindicações descritas mais abaixo.

Homeopatia

Menos comum do que nas outras abordagens, o cipreste também pode aparecer em preparações homeopáticas, nas quais a planta é usada em diluições extremas e escolhida, segundo os princípios da homeopatia, conforme a totalidade dos sintomas do indivíduo e sua correspondência com o perfil da planta. Essas preparações não contam com estudos clínicos que demonstrem eficácia para condições específicas.

Contraindicações e Efeitos Colaterais do Cipreste

O uso do cipreste exige cuidados, e o óleo essencial é a forma que concentra os principais riscos. O óleo essencial de cipreste (Cupressus sempervirens) é tóxico se ingerido e irritante para a pele e as mucosas quando aplicado puro. A planta é tradicionalmente usada como emenagoga (estimula o fluxo menstrual) e, por isso, o uso interno é contraindicado na gravidez, pelo risco de contração uterina, sem que isso signifique eficácia comprovada desse efeito. Na prática, valem as seguintes regras:

  • Crianças pequenas não devem receber o óleo, nem por inalação nem na pele.
  • Não ingerir o óleo essencial, em nenhuma quantidade.
  • Não usar em gestantes, em nenhuma forma de preparo.
  • Quem tem câncer hormonal-dependente deve evitar o uso sem orientação médica, já que a planta tem ação estrogênica descrita.

Também devem evitar o cipreste as mulheres que estão amamentando, as crianças em geral e as pessoas com distúrbios de coagulação, pressão alta, histórico de epilepsia ou crises convulsivas. Como estudos de laboratório descrevem atividade anticoagulante, quem usa anticoagulantes deve conversar com o médico antes de qualquer preparação de uso interno, e o mesmo vale para quem toma medicamentos hormonais, em razão da ação estrogênica atribuída à planta.

Reações alérgicas podem ocorrer em pessoas sensíveis a plantas da família Cupressaceae, e há registro de dermatite de contato causada pela resina do cipreste. Na pele, o óleo deve sempre ser diluído em um óleo carreador, com teste de alergia prévio em uma pequena área, e entre os efeitos colaterais descritos estão irritação na pele, irritação renal e, com o uso do chá, mastite. O cipreste não substitui o tratamento médico de varizes, hemorroidas, sangramentos ou doenças respiratórias, e sintomas persistentes pedem avaliação profissional.

Curiosidades e Fatos Históricos do Cipreste

Símbolo de Longevidade e Luto

O cipreste é amplamente reconhecido como símbolo de longevidade e imortalidade, graças à resistência notável e à vida longa da espécie. Ao mesmo tempo, desde a Antiguidade clássica e em muitas culturas atuais, sobretudo no Mediterrâneo e no mundo muçulmano, a árvore está associada ao luto e à morte e costuma ser plantada em cemitérios, uma dualidade que reflete sua presença marcante tanto na vida quanto na memória dos que partiram.

Presença Cultural e Religiosa

Na cultura persa, o cipreste é chamado de “cipreste gracioso” (sarv-e nāz) e aparece com frequência na poesia e na arte como imagem da figura elegante da pessoa amada. Na tradição judaica, algumas interpretações identificam o cipreste como a madeira usada na construção da Arca de Noé e do Templo de Salomão, o que mostra o peso religioso e cultural da árvore ao longo da história.

Perguntas Frequentes sobre o Cipreste

O Chá de Cipreste Pode Ser Usado para Emagrecer?

Não há evidências científicas robustas de que o chá de cipreste ajude na perda de peso. A planta tem ação diurética descrita na tradição, que pode aumentar a eliminação de líquidos, mas o chá não deve ser visto como recurso para emagrecer, objetivo que depende de alimentação equilibrada e de atividade física regular.

Cipreste e Tuia São a Mesma Planta?

Não, porque o cipreste (Cupressus sempervirens) e a tuia (em geral Thuja occidentalis ou outras espécies de Thuja), embora sejam coníferas da família Cupressaceae, pertencem a gêneros diferentes. Apesar de semelhanças como a folhagem em escamas, as duas se distinguem pela forma de crescimento, pelo tamanho e por algumas propriedades, e o cipreste-comum costuma ter porte alto e copa colunar, enquanto as tuias apresentam formas mais variadas e são muito usadas em cercas vivas.

O Óleo Essencial de Cipreste Pode Ser Aplicado Puro sobre a Pele?

Não, pois o óleo essencial de cipreste, como a maioria dos óleos essenciais, é irritante para a pele e as mucosas quando aplicado puro e pode provocar sensibilidade ou reações alérgicas. Antes da aplicação, ele deve ser diluído em um óleo carreador, como o de amêndoas, de jojoba ou de coco, e convém fazer um teste de alergia em uma pequena área da pele antes do uso em áreas maiores.

O Óleo Essencial de Cipreste Pode Ser Ingerido?

Não, porque o óleo essencial de cipreste é tóxico se ingerido, e por isso seu uso deve ficar restrito à inalação e à aplicação na pele, sempre diluído. Crianças pequenas não devem receber o óleo por nenhuma via, e quem pensa em usar uma preparação de uso interno da planta precisa conversar antes com um profissional de saúde.

Gestantes Podem Usar o Cipreste?

Não, porque a planta é tradicionalmente usada como emenagoga, ou seja, para estimular o fluxo menstrual, e por isso o uso interno é contraindicado na gravidez, pelo risco de contração uterina. O óleo essencial também não deve ser usado por gestantes, e a recomendação de evitar o cipreste se estende às mulheres que estão amamentando.

Quem Tem Câncer Hormonal-Dependente Pode Usar o Cipreste?

Quem tem câncer hormonal-dependente deve evitar o uso do cipreste sem orientação médica. A planta tem ação estrogênica descrita na tradição e em estudos experimentais, isto é, um comportamento semelhante ao do estrogênio, e por isso qualquer forma de uso precisa ser avaliada pelo médico responsável pelo tratamento.

Aviso: este conteúdo é informativo e não substitui orientação de profissional de saúde. Consulte um médico ou fitoterapeuta antes de usar plantas medicinais, especialmente na gravidez, na lactação ou em uso de medicamentos.

Referências e Estudos Científicos

7 Referências Citadas

Nível de Evidência: 🥈 Moderado

Baseado em 7 Referências Citadas (6 Peer-Reviewed, 1 Complementar).

Estudos Científicos Peer-Reviewed (6)

  1. PMC2023 Al-Rajhi AMH, et al. Antimicrobial, Antidiabetic, Antioxidant, and Anticoagulant Activities of Cupressus sempervirens In Vitro and In Silico. Molecules. 2023.
  2. PMC2023 Batiha GE, et al. Bioactive compounds, pharmacological actions and pharmacokinetics of Cupressus sempervirens. Naunyn Schmiedebergs Arch Pharmacol. 2023.
  3. PMC2023 Galovičová L, et al. Biological Activity of Cupressus sempervirens Essential Oil. Plants (Basel). 2023.
  4. PMC2024 Rguez S, et al. Bioguided fractionation of procyanidin B2 as potent anti coxsackie virus B and Herpes simplex from cypress (Cupressus sempervirens L.). Int J Environ Health Res. 2024.
  5. PMC2020 Samaran Q, et al. Allergic contact dermatitis to Cupressus sempervirens resin and cross-reaction with colophonium. Contact Dermatitis. 2020.
  6. PMC2024 Sriti J, et al. Antioxidant, antibacterial and insecticidal activities of cypress (Cupressus sempervirens L.) essential oil. Int J Environ Health Res. 2024.

Leituras Complementares (1)

  1. 2022 Degaïchia H, et al. Cribado fitoquímico y efecto antibacteriano de extractos fenólicos de dos Cupressus mediterráneos. Revista Mexicana de Ciencias Agrícolas. 2022.
Este artigo foi esclarecedor?
O que você achou deste artigo?
Nota média: -